Dólar americano
Moeda de referência para Estados Unidos e aceita informalmente em boa parte da América Latina, Caribe e Ásia. É a opção com maior liquidez para trocar no destino.
Dólar turismo hojeDólar, euro e mais 14 moedas em espécie, com cotação do dia e orientação de quem faz câmbio de viagem todo dia em Curitiba.
Cotação turismo · venda
Atualizado em 01/08/2026 às 10h49. Valor de referência, sujeito a confirmação no fechamento da operação.
Câmbio turismo é a compra de moeda estrangeira em espécie por pessoa física para uso em viagem. A cotação é mais alta que a comercial porque envolve importar, transportar, segurar e estocar cédulas físicas — e sobre a operação incide IOF de 3,5%.
Na prática, é o câmbio que interessa a você quando vai ao exterior. Enquanto a cotação comercial mede transações eletrônicas entre instituições, o câmbio turismo tem um custo logístico real: alguém precisou trazer aquelas notas até o balcão, guardá-las em cofre e mantê-las disponíveis no dia em que você aparecer.
Por isso, comparar a taxa do balcão com o número que passa no jornal leva a conclusões erradas. A comparação útil é entre casas de câmbio, no mesmo dia e para o mesmo volume.
Ver a diferença detalhada entre turismo e comercial
Cada destino pede um preparo diferente. Veja o que considerar antes de decidir quanto levar em cédulas.
Moeda de referência para Estados Unidos e aceita informalmente em boa parte da América Latina, Caribe e Ásia. É a opção com maior liquidez para trocar no destino.
Dólar turismo hojeUsado nos 21 países da zona do euro — a Bulgária entrou em 2026. Se o roteiro passa por Portugal, Espanha, Itália, França ou Alemanha, é a moeda a levar.
Euro turismo hojeReino Unido não adota o euro. Levar libra evita a dupla conversão que costuma corroer o orçamento de quem chega a Londres com euro na carteira.
Cotar libraPara vizinhos do Mercosul, vale comparar: em alguns destinos o dólar rende mais na troca local do que a moeda comprada aqui. Pergunte antes de fechar.
Tirar dúvidaMoedas de menor giro exigem encomenda com alguns dias de antecedência. Avise o destino e a data da viagem para garantir disponibilidade.
EncomendarAlternativa para não carregar todo o valor em cédulas. Trava a cotação na recarga e funciona onde há bandeira internacional aceita.
Saber mais
Informe para onde vai, quando embarca e quanto pretende levar em espécie. Com isso já dá para indicar a moeda mais eficiente para o roteiro.
Você recebe o valor fechado, já com IOF, e sabe exatamente quanto sairá do bolso. Sem taxa surpresa no fim.
Moedas de menor circulação e valores mais altos são separados com antecedência, para não faltar nota no dia da retirada.
Retirada presencial em uma das duas unidades no Centro, com documento com foto e CPF. Conferência das cédulas na sua frente.
Não existe número mágico, mas existe um método. Estes são os critérios que usamos para orientar quem chega sem ideia de quanto comprar.
Transporte do aeroporto, primeira refeição, água, chip e eventuais gorjetas. Chegar sem moeda local é o erro mais caro da viagem, porque o câmbio de aeroporto costuma ser o pior disponível.
Feiras, transporte informal, entradas de atrações menores, caixinhas e comércio de bairro. Some esses gastos por dia e multiplique pelos dias de viagem.
Uma quantia guardada separada do resto, para o caso de bloqueio de cartão, perda de carteira ou imprevisto médico. Guarde em local diferente do dinheiro do dia a dia.
Toda operação de câmbio no Brasil precisa ser feita por instituição autorizada pelo Banco Central ou por correspondente cambial habilitado. Comprar fora desse circuito, por indicação de conhecido ou em canais informais, é ilegal e expõe o viajante a cédulas falsas ou fora de circulação.
Câmbio é só uma parte da preparação. Estes três serviços resolvem o resto do que costuma virar problema depois do embarque — ou depois que o dinheiro precisa atravessar a fronteira.
Envio e recebimento de dinheiro em minutos, com retirada em espécie no exterior e sem exigir conta bancária de quem recebe.
Como funcionaCobertura médica exigida no espaço Schengen e em outros destinos, mais internet própria no celular a partir do desembarque.
Ver as duas coisasTransferência de conta a conta, para estudos, família, imóvel ou investimento, com contrato de câmbio emitido a cada operação.
Entender a remessaRespostas diretas para o que o viajante pergunta antes de comprar moeda.
Câmbio turismo é a compra de moeda estrangeira em espécie (papel-moeda) por pessoa física, para uso em viagem. A cotação do câmbio turismo é diferente da cotação comercial que aparece no noticiário, porque inclui o custo de importar, transportar, segurar e guardar as cédulas físicas, além dos tributos da operação.
O dólar comercial é a referência usada em operações entre empresas e instituições financeiras — é o número que aparece nos jornais. O dólar turismo é o preço efetivo para quem compra cédulas no balcão, sempre um pouco mais alto. Veja o comparativo completo.
Desde 2025 a alíquota de IOF para compra de moeda estrangeira em espécie é de 3,5%, o mesmo percentual aplicado a cartão de crédito internacional e cartão pré-pago de viagem. Como as alíquotas foram unificadas, a diferença real de custo entre pagar em espécie e no cartão está na cotação praticada e no spread — não mais no imposto. Confirme sempre o percentual vigente no dia da operação.
Sim, uma reserva em espécie continua sendo recomendável. Táxi na chegada, gorjetas, feiras, transporte local, mercados de rua e estabelecimentos pequenos muitas vezes não aceitam cartão. Levar de 20% a 30% do orçamento da viagem em cédulas e o restante em cartão é o arranjo mais usado por quem viaja com frequência.
Pode. A compra de moeda estrangeira em espécie por pessoa física não exige comprovação de viagem. É necessário apenas documento de identificação com foto e CPF. Para operações de valor mais alto, a instituição pode solicitar comprovação de origem dos recursos, conforme as regras de prevenção à lavagem de dinheiro.
Não há limite para comprar, mas há obrigação de declarar. Ao entrar ou sair do Brasil com valores em espécie superiores ao equivalente a US$ 10.000, é preciso apresentar a e-DBV (Declaração Eletrônica de Bens de Viajante) à Receita Federal — limite fixado pela Lei nº 14.286/2021. Muitos países também exigem declaração na entrada — em geral acima de US$ 10.000 ou € 10.000.
Envie o destino, a data da viagem e quanto pretende levar. Você recebe a cotação do dia e a orientação sobre quanto vale a pena levar em espécie — sem compromisso.
Segunda a sexta, das 9h às 17h · Retirada em Curitiba/PR